Sábado - 05/03/2011

GRITO ROCK  
Rael da Rima + Kumbia Queers + Daniel Peixoto


Entrada $25 / Lista $15
Porta 22h / Show 0h
DJ Tatá Aeroplano


Rael da Rima
Rael da Rima está há 10 anos no Rap. Mas sua trajetória musical tem início bem antes disso. Com pai multi-instrumentista, mãe cantora (ambos, autodidatas) e influenciado por nomes como Djavan, Tim Maia, Caetano Veloso, Jorge Benjor, Bob Marley e Racionais MCs, ele aos poucos foi se embrenhando nesse caminho. Aos 11, teve o primeiro contato com sua vocação, fazendo cover dos Racionais. Aos 14, tocando maracatu com os surdos e tambores da fanfarra da escola onde cursou o ensino fundamental. Aos 16, começou a compor. Aos 22, motivado pelo primo a tocar violão, suas composições ganharam um tom ainda mais autoral - nascidas da inspiração melódica antes mesmo da rima (o apelido que virou alcunha está lado-a-lado com a melodia, como ele mesmo costuma afirmar). Um bom exemplo da marca autoral de Rael está já naquela que foi sua primeira composição melódica, “Vejo depois” (2005), presente no documentário que integra o projeto “Global Lives”, do norte-americano David Evan Harris.

Rael é uma das dez pessoas que, vivendo em diferentes lugares do mundo em circunstâncias de adversidades, tem a rotina “filmada” durante 24 horas pelo projeto (um trailer do documentário está disponível no link mencionado ao final do release). Natural do bairro de Iporanga (zona Sul de São Paulo), Rael da Rima tem no currículo dois discos lançados com o Pentágono, participações em trabalhos de alguns dos expoentes mais proeminentes do rap nacional (Sombra, Kamau, Emicida e Slim Rimografia, entre outros) e, em especial, o convite para integrar o seleto hall de artistas que estiveram no programa “Som Brasil – Homenagem a Vinícius de Moraes”, exibido pela Rede Globo em 2007, fazendo releituras de clássicos do “Poetinha”. Rael cantou e rimou ao lado dos cantores/MCs Terra Preta e Criolo Doido, acompanhados pelo violão de Marcel Baden Powell, filho do ilustre Baden Powell – parceiro de Vinícius no lendário álbum “Os Afro-Sambas”, de 1966.


O trio foi o único dos artistas convidados a criar novos versos às composições do autor de “Canto de Ossanha” (letra de Vinicius e Toquinho; composição de Baden Powell), uma das três músicas interpretadas por Rael/Criolo/Terra Preta no especial ao lado de “Samba da bênção” e “O morro não tem vez”. Rael também participou do seriado global “Antonia”, dirigido por Tata Amaral e que foi ao ar em 2007. No mês de julho, o artista lança seu primeiro single, “Trabalhador”, uma mistura de reggae e rap. Já quanto ao primeiro álbum de Rael da Rima, a previsão é de que chegue às lojas até o fim deste ano de 2009. Em seus shows, Rael toca acompanhado de banda composta pelos músicos Muka Batera, Bruno Dupre (guitarra solo), Xandola (guitarra base) e Rafael da Costa (baixo).

Kumbia Queers

O Kumbia Queers nasceu na Argentina em 2006 e traz seis meninas em sua formação: Ali Gua Gua (voz e güiro - tipo de reco-reco), Flor Linyera (teclado), Inespector AKA Pichi (bateria), Juana Chang (charango), Pat Kombat Rocker (baixo) e Pila Zombie Jackson (guitarra e coros).

A banda foi formada quando punk rockers quiseram adicionar um toque menos formal, menos duro e menos misógeno à cena de rock que elas experimentavam na América Latina. Ali, que toca nas Ultrasónicas (o mais selvagem coletivo punk do México) convidou as She Devils (a mais selvagem banda de punk rock de Buenos Aires) para experimentar as possibilidades de seus sons e melodias. Meio que na brincadeira, elas começaram a tocar covers de músicas que sabiam de cor, adicionando uma pitada de cúmbia (tradicional ritmo latino) e adaptando as letras com sua divina poesia queer repleta de ironia, clichês românticos e muito humor.

Com o tempo as Kumbia Queers passaram a criar suas próprias músicas que atualmente já ganharam destaque durante intensas turnês realizadas na Argentina, México, Chile, Canadá e Estdos Unidos. Seu primeiro lançamento, “Kumbia Nena!”, traz canções autorais e conta também com 5 versões de The Cure, Black Sabbath, Nancy Sinatra e Madonna.

No Brasil, além de se apresentar no Grito Rock também tocam no elogiado festival Rec Beat, que acontece durante o Carnaval em Recife.

Escute: www.myspace.com/laskumbiaqueers

Daniel Peixoto

Natural do sertão do Ceará, Daniel estudou canto, piano e teatro ainda em sua cidade natal, Crato, a 600 km da capital Fortaleza, se aventurou pela rádio, apresentou dois programas na Tv local Cearense, trabalhou como modelo da agencia Ford Models ate voltar a sua maior paixão, a música. Em janeiro de 2005 Daniel Peixoto formou sua Montage, a primeira banda de Electro Rock do Nordeste Brasileiro, o projeto migrou de Fortaleza para São Paulo no início de 2006, e lançou o primeiro álbum que pelo selo Segundo Mundo, do produtor Dudu Marote, com fotos de Manuel Nogueira e figurinos de Lino Villaventura. Montage foi citada pela revista BIZZ como a banda que faltava há, no mínimo, 18 anos e eleito o "melhor show do Brasil" pela da Folha de SP tanto em 2005 como em 2006.

Participou de festivais como Skol Beats, Tim Festival, Abril pro Rock, Mada, Machina Festival, Supernovas (Esse tendo Iggor Cavalera como baterista), Ceará Music, Rec Beat, Goiania Noise e das duas últimas edições do Campari Rock dividindo palco com bandas como JUSTICE, DIGITALISM, BJORK, THE KILLERS, ARTICK MONKEYS, HOT CHIP, SUPERGRASS, STEREO TOTAL, NEON JUDGMENT, THE CARDIGANS e GANG OF FOUR. Entre outros feitos, vale citar que foram a 1ª banda da América Latina a ter um show virtual no Second life, tocaram em todos os estados Brasileiros e em outros países do mundo, venceram os premios "London Burning - Melhor artista de 2007" e "HellCity - Melhor Show de 2008" ambos por juri popular, ingressaram no cinema com o filme "Augustas" de Francisco Cesar Filho, atuando e colaborando com a trilha sonora, ultrapassaram as barreiras da música, fazendo shows em galerias de arte, exposições e desfiles de moda

. Arrancou exelentes críticas de todos os tipos de mídia em matérias elogiosos tendo destaque inclusive em diversas capas de Jornais e revistas. Foi tido como "Maravilhoso, e o novo David Bowie pelos jornais ingleses The Guardian e The contener". Em 2009, na mesma época em que era elogiado por ninguém menos Justin Timbalake em seu site pessoal, Daniel encerra os trabalhos com o montage e convocou um time de produtores para dar uma nova roupagem a sua sonoridade e toca acompanhado por nomes como Killer on the Dancefloor, Discokillah, Dj Chernobyl. Todos seus novos produtores musicais. Os backing vocals ficam por conta da atriz e cantora Thalma de Freitas. O som fica mais pop e Daniel apresenta o novo pop tropical. Daniel teve sua estreia oficial na carreira solo abriando a turnê brasileira da maior banda de musica eletronica do mundo, os Ingleses do The Prodigy em outubro útimo e lançou em seguida o primeiro single "Come to Me" em um pacote que inclui álbum de remixes (remixado por Pareto, Leiloca Pantoja, Camilo Rocha etc), uma linha de camisetas em parceria com a marca DHUO e um video clipe resultado de um flash mob na cidade de Belém do Pará. O clipe teve estreia com exclusividade para o portal MTV.

Além de ter sido lançado em 7 capitais entre os meses de Maio e junho. Convidado pela parada gay de SP (já a maior do mundo) Daniel gravou o tema oficial da parada 2010 e fez a faixa "Sinta o amor em mim" cantando a musica ao vivo para 3.5 milhões de pessoas durante o evento em um trio eletrico que levou seu nome e teve um line up repleto de novos nomes da cena eletronica brasileira. Daniel se prepara para lançar seu álbum de inéditas intitulado "Mastigando Humanos" e mesmo inédito ja arrancou elogios de mídias como as revistas Rolling Stone e MixMag, Jornal Estadão e sites internacionais como o Maddecente do Dj diplo de Nova York e Jungle Drumms de Londres. Atualmente Daniel apresenta ao lado do jornalista André Fisher o programa líder de audiencia na rádio UOL, o Dj Mix, tendo entre 40 e 50 mil plays por edição. O programa é semanal, todas as quintas as 21h.


Veja mais
Site oficial:
http://www.myspace.com/danipeixoto

 

 


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